sábado, 11 de junho de 2011

Uncharted 3: Drake's Deception

Texto retirado de www.gametv.com.br

No primeiro dia da E3 2011, o que mais chamou a atenção no estande da Sony foi uma sessão "portas fechadas" do seu principal carro-chefe: Uncharted 3. Junto de quatro desenvolvedores do jogo (e dois deles que também apareceram durante a conferência oficial da empresa, na segunda-feira), eu e mais alguns jornalistas latino americanos tivemos a oportunidade de assistir uma nova demonstração do jogo, ainda inédita para o resto do mundo.

O que vocês vão ler agora foram os 40 minutos mais sensacionais que alguém poderia condensar em um disco de demo, para o deleite dos fãs de Nathan Drake e Sully Sullivan. Tudo começa com Elena e Nathan em mais uma daquelas discussões de casais marotos: "Eu não quero que você fique aqui, vá embora agora, enquanto ainda dá tempo", tentava convencer Drake, enquanto a jornalista teimava em continuar a acompanhar o amante. Alguns fatos de Uncharted 2 são passados na conversa, e depois de algumas quase lágrimas, ambos finalmente partem em caminhos distintos.

Aqui é preciso ressaltar que o único ponto fraco dos Uncharted anteriores, aqueles olhos que mais parecem bolas de gude brilhantes, não existem mais. A íris dos olhos do personagens, juntamente com seu brilho e sutis diferenças de cores estão perfeitas. E isso não é para a CG, mas sim para os gráficos in game. Mas de volta à ação...

Drake precisa invadir uma pista de pouso clandestina e embarcar num avião sorrateiramente, mas a ação silenciosa logo se transforma num tiroteio iraquiano. Todos do local querem a cabeça do americano, e forçam o rapaz a tomar a rota mais longa, como sempre. É hora do parkour ganhar os holofotes e, como sempre, suas habilidades símias estão impecáveis. O herói salta pelos telhados, cai em cima de caixas (e elas quebram e tiram o seu equilíbrio), e se vira nos 30 para alcançar seu objetivo.